Hoje não tem TERÇA BLUE!
Posted: terça-feira, 13 de julho de 2010 by Distintivo Blue - YouTube in Marcadores: Cult Mix Uesb FMExcepcionalmente não teremos Terça Blue hoje.
O CD está à venda no site oficial da banda, www.distintivoblue.com e estará à venda no show, a R$ 12,00.
Informações: distintivoblue@hotmail.com

Do G1, em São Paulo
JACK JOHNSON - "TO THE SEA"
Para quem está mais acostumado com a música do cantor e surfista havaiano Jack Johnson através de escutadas ocasionais de hits como "The horizon has been defeated" no rádio, ouvir "You and your heart", faixa de abertura de "To the sea" pode ser surpreendente. Trocando o violão meio reggaae característico por um arranjo roqueiro com guitarra, piano e ar de Beatles, Johnson mostra que pode ir além das meras músicas para entreter luais pelos litorais do mundo afora.
Faixas como "At or with me" (com gosto de "Rubber soul", disco de 1965 dos Fab Four) e "Red wine, mistakes, mythology" mostram que Johnson sempre pode se reinventar, mas sem perder a sua voz e o seu estilo. O mais simpático e defensável dos músicos do "clube dos coxinhas" (músicos sem muito sal - uma lista que vai dos chatos do Coldplay ao chato do Jason Mraz), Jack não esquece que o violão também é seu forte, e faixas como "The upsetter" mantém o mesmo clima praieiro de sempre. (AMAURI STAMBOROSKI JR.)
THE NATIONAL - "HIGH VIOLET"
Mesmo com álbuns anteriores repercutindo positivamente na crítica, parecia faltar algo à banda americana The National. Não falta mais. “High violet”, o disco mais recente do grupo das duplas de irmãos Dessner (Aaron e Bryce) e Devendorf (Scott e Bryan), além do cantor barítono Matt Berninger, é daqueles que conquistam na primeira audição.
Acentua os elementos que os álbuns anteriores insinuavam e repete os acertos do passado: é mais profundo, triste, melancólico, com guitarras climáticas, mas mantém as melodias complexas, cheias de elementos que dão corpo ao som, sem atrapalhar a voz proeminente de Berninger, uma marca registrada.
Os destaques ficam para “Anyone’s ghost”, uma canção sombria que pergunta se você queria ser o fantasma de alguém, “Afraid of everyone”, com um coro sutil no refrão e um crescente e “Lemonworld”, que dá espaço para o vocal brilhar. (RONALDO PELLI)
THE DRUMS - "THE DRUMS"
O The Drums é daqueles casos de bandas que as revistas musicais britânicas gostam de cravar como a melhor de todos os tempos da última semana. Apesar de serem de Nova York e terem como referências grupos do Reino Unido, só agora, um ano após o hype, que eles lançam seu primeiro álbum, intitulado apenas de “The Drums".
Logo de cara, fica-se com a impressão de termos aqui mais um grupo que se apóia em letras engraçadinhas para fazer sucesso (caso de “Best friend” e “Let’s go surfing"). Mas é a partir de “Down by the water” que o The Drums mostra porque são tão elogiados e até comparados com The Smiths e Joy Division, duas de suas maiores influências.
Do G1, em São Paulo
OZZY OSBOURNE - "SCREAM"
Aos 61 anos de idade, mais de 40 deles dedicados ao rock, e com a saúde debilitada por pelo menos uns 20 de abuso de álcool e drogas, Ozzy Osbourne ainda encontra energia para dar seus gritos.
"Scream", décimo álbum de estúdio em carreira solo desde sua saída do Black Sabbath em 1977, traz o cantor e compositor em boa forma em faixas como "Diggin me down", "Crucify" e na sugestiva "I want it more". A bronca com o cristianismo e as críticas sociais ainda estão aqui e acolá, mas é nitidamente o (passar do) tempo que ocupa os pensamentos de Ozzy, permeia a maior parte dos versos do disco e tem até uma faixa dedicada a ele, "Time" - "pare de correr em direção ao futuro / comece a viver o presente (...) porque a morte é o preço que todos temos de pagar", reflete.
Seu principal pecado, porém, é cercar-se de uma gangue bem mais nova de músicos e produtores. Na tentativa de soar contemporâneo, em faixas como "Let it die", "Soul sucker" e "Fearless", o "grito" de Ozzy se perde no mar de obviedades que embrulhou parte do mau metal produzido na última década. (DIEGO ASSIS)
GREEN DAY - 'AMERICAN IDIOT - THE MUSICAL'
“American idiot” foi uma reviravolta na carreira do Green Day. Lançado em 2004, o sétimo álbum do grupo, em forma de ópera rock, fazia uma crítica à sociedade americana e ao governo Bush. Ao mesmo tempo em que se mostrou politizado, agradando à crítica, o CD foi um sucesso comercial, embalado por hits como “American idiot” e “Boulevard of broken dreams”.
O trabalho virou recentemente um musical da Broadway, cuja trilha sonora já está à venda no Brasil. O CD duplo tem 22 músicas e inclui canções do disco “21st century breakdown”. O resultado lembra um “best of” do Green Day: as melodias são idênticas às originais, com exceção da ótima “21 guns”, que tem coral feminino e arranjos grandiosos.
O próprio protagonista do musical tem timbre semelhante ao de Billie Joel Amstrong – mas com dicção e afinação superiores. Parece até um Green Day adaptado para cursinhos de inglês. (GUSTAVO MILLER)
ROB ZOMBIE - "HELLBILLY DELUXE 2"
Discípulo assumido de Ozzy Osbourne, Rob Zombie tem a seu favor o fato de ser levado um pouco menos a sério do que o autodeclarado Príncipe das Trevas. Mentor do White Zombie, banda cult do metal alternativo dos anos 90, e diretor de filmes de terror como o remake do clássico "Halloween", sua inspiração vem não só dos "shock rockers" do passado como Ozzy ou Alice Cooper mas principalmente dos filmes B da década de 50.
Como o sangue, as cicatrizes e o os pontos na testa de Rob Zombie, sua música não é nem se pretende ser 100% original. Trata-se de uma mistureba de metal, hard rock, garage e surf music que, se não é lá muito diferente dos trabalhos anteriores de Rob, vale pelo encarte com jeitão de histórias em quadrinhos e pelos títulos hilários e "provocativos" como "Jesus Frankenstein", "Virgin witch", "Mars needs women" e duas faixas sobre lobisomens, "Werewolf, baby!" e "Werewolf women on the SS". Escutai e tremei, fãs de "Crepúsculo"! (DA)
BJÖRK E DIRTY PROJECTORS – MOUNT WITTENBERG ORCA
Este EP beneficente, baseado em um show também beneficente realizado em maio de 2009, reúne dois dos maiores nomes da música pop experimental em atividade: a musa islandesa Björk e o grupo novaiorquino Dirty Projectors. Lançado apenas no formato digital, o disco pode ser comprado no site oficial da banda, e toda a sua renda será destinada à entidades que lutam pela preservação dos oceanos.
Dave Longstreth, líder e principal compositor do Dirty Projectors, conta que teve a ideia do disco após a vocalista Amber Coffman contar uma história sobre ter avistado um grupo de baleias na costa da Califórnia quando visitava o Mount Wittenberg, ao norte de São Francisco. Ele então compôs as faixas pensando em Björk como a baleia mãe, as três cantoras do Dirty Projectors como suas filhas e ele mesmo fazendo a voz de Amber durante o avistamento.
O resultado é um disco com a cara dos trabalhos recentes de Longstreth, com camadas de vozes intercaladas com um instrumental complexo e um ritmo alquebrado. Abrindo apenas com voz e um drone de guitarra em “Ocean”, o EP vai evoluindo, passando pela impressionante “When the world comes to na end” e encerrando na linda “All we are”. A voz de Björk brilha em momentos como “Sharing orb”, mas ao mesmo tempo está completamente integrada às outras, como em “No embrace”. (AMAURI STAMBOROSKI JR.)
Do G1 RJ
O guitarrista Carlos Santana decidiu inovar na hora de propor casamento à namorada, segundo o site da Billboard. No meio de uma apresentação de sua banda na sexta-feira (9), em Tinley Park, perto de Chicago, nos EUA, ele pediu a mão da sua baterista, Cindy Blackman.
Blackman tinha acabado de fazer um solo e respondeu à proposta com um "sim". Os dois selaram a questão com um beijo e foram saudados com entusiasmo pela plateia.
“Cindy e eu somos abençoados por termos nos achado”, o cantor afirmou em um comunicado nesta segunda-feira (12): “Estar apaixonado é um presente do universo e as vibrações que vêm com isso são infinitamente poderosos.”
Antes de Santana, a baterista trabalhou com Lenny Kravitz e Cassandra Wilson.
Depois de 15 anos, a banda norte-americana Bon Jovi voltará a se apresentar no Brasil. O grupo faz show da turnê The Circle no dia 6 de outubro, no Estádio do Morumbi, em São Paulo. Segundo os organizadores, as informações sobre preços e datas de pré-venda e venda serão divulgadas em breve.
A banda vem promovendo o recém-lançado “The circle”, 11º álbum de estúdio que estreou em primeiro lugar na parada Billboard. Em 2009, o grupo ficou em 9º lugar na lista de artistas que mais arrecadaram com turnês.
Com mais de 120 milhões de discos vendidos, o Bon Jovi já fez mais de 2.600 shows em mais de 50 países para mais de 34 milhões de fãs.
Lesão
Na última sexta-feira (9), o líder da banda, Jon Bon Jovi, machucou a perna esquerda durante um show no New Meadowlands Stadium, em East Rutherford, distrito de New Jersey, nos Estados Unidos.
O cantor lesionou um músculo da panturrilha esquerda durante a canção "Glad all over", cover da banda britânica Dave Clark Five, próximo ao final das duas horas e meia de apresentação.