Noites Fora do Eixo: Banda Você Me Excita em cinco fotos

Posted: quinta-feira, 15 de julho de 2010 by Rubenildo in Marcadores:
0


Em breve outras fotos deste evento no Flickr!

Noites Fora do Eixo: Três Puntos em cinco fotos

Posted: by Rubenildo in Marcadores:
0


Participe do 1º debate entre presidenciáveis da internet brasileira

Posted: by Plácido O. Mendes in Marcadores:
0

http://www.debateonline2010.com.br/util/img/logoDebateOnline.jpg
Isto interessa a todos nós!

Redação Yahoo! Brasil

O primeiro debate on-line entre os candidatos à Presidência da República do Brasil será transmitido pelos portais iG, MSN, Terra e Yahoo!, que reúnem 94% dos internautas do país. Qualquer cidadão com acesso à internet poderá partipar, enviando perguntas e acompanhando a transmissão ao vivo. O 1º Debate On-line Presidenciáveis 2010 será no dia 26, às 15h30.

Os candidatos melhor colocados nas últimas pesquisas de intenção de voto – Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) – foram convidados a participar do primeiro confronto de ideias entre presidenciáveis inteiramente realizado na internet brasileira.

Todo eleitor de qualquer lugar do Brasil poderá ajudar a fortalecer a democracia de nosso país. Para participar, o internauta envia perguntas pelos sites dos portais, pelo Meme do Yahoo!, usando palavra chave #debateonlinebr na hora de postar ou pelo Twitter do debate, no @debateonlinebr. Os organizadores selecionarão as questões destinadas aos presidenciáveis. Serão considerados temas de interesse público, que estimulem o exercício da cidadania. Acusações pessoais e manifestações de intolerância não serão aceitas.

O 1º Debate On-line Presidenciáveis 2010 inaugura a série de debates da corrida presidencial deste ano e expande as fronteiras da internet para aproximar a população das decisões políticas. A transmissão será ao vivo, feita simultaneamente nos quatro portais, a partir das 15 horas, diretamente do Sheraton São Paulo WTC Hotel, em São Paulo.

Caso um dos candidatos convidados não compareça, o evento se dará entre os presentes. Apenas convidados credenciados terão acesso físico ao evento e, após o término, o debate ficará disponível nos portais e no site oficial da organização. Para saber mais, acesse o site www.debateonline2010.com.br.

Clássico do Radiohead estará na trilha de filme sobre Facebook

Posted: by Miguel Côrtes in Marcadores:
0

A música Creep, clássico do Radiohead, foi regravada para a trilha sonora do filme The Social Network, sobre a criação do Facebook. A versão foi feita por Scala & Kolacny Brothers.
A música pode ser ouvida no site oficial do longa, no terceiro trailer da produção que já foi divulgado.
Também participam da trilha Trent Reznor, do Nine Inch Nails, e Atticus Ross. The Social Network é inspirado no livro The Accidental Billionaires, do escritor Ben Mezrich, e deve chegar aos cinemas norte-americanos no dia 1º de outubro deste ano.
***fonte terra.com.br/musica

Lou Reed não vem mais ao Brasil

Posted: by Miguel Côrtes in Marcadores:
0

Músico cancelou participação na Flip por “motivos pessoais”

Lou Reed não vem mais ao Brasil. O músico cancelou, nesta quarta, 14, sua participação na Flip - Festa Literária de Paraty. Em comunicado oficial, Tom Sarig, empresário do cantor e compositor, afirmou que Lou Reed desistiu da viagem "por motivos pessoais".

O norte-americano, ex-vocalista do Velvet Underground e responsável, em carreira solo, pelo clássico álbumTransformer (1972), foi convidado para a Flip por conta do lançamento do livro Atravessar o Fogo, da Companhia das Letras, que chega às lojas no final deste mês. A obra apresenta 310 letras compostas por ele ao longo da carreira.

Lou Reed participaria da mesa O Som e o Sentido, com mediação do jornalista Arthur Dapieve, em 7 de agosto. Ainda não se sabe quem substituirá o cantor, mas os ingressos (esgotados poucas horas depois do início das vendas) ainda estarão valendo.

Livro: A Música no Seu Cérebro

Posted: quarta-feira, 14 de julho de 2010 by Miguel Côrtes in Marcadores:
0


Autor: Daniel J. Levitin

Editora: Civilização

Neurocientista explora percepção musical por meio de reações psíquicasO que se passa na nossa cabeça quando ouvimos música? Por que gostamos tanto de uma determinada canção em detrimento de outra? Que reações se operam em nosso cérebro que nos fazem reconhecer de imediato o que está tocando sem que tenhamos nenhum conhecimento prévio de teoria musical? O autor, o engenheiro de som, produtor e neurocientista Daniel J. Levitin investiga a profunda relação que temos com a música, como ela explora nosso modo de dar sentido à realidade, seja uma canção de ninar que ouvimos no útero de nossa mãe, jingles publicitários ou Miles Davis. Embora abuse de termos técnicos em alguns pontos, a linguagem é acessível e não vai prender a atenção somente de iniciados.


***Fonte Revista Rolling Stones Brasil

"Maior disco de rock da história" completa 40 anos

Posted: by Miguel Côrtes in Marcadores:
0

O líder do White Stripes, Jack White, não tem dúvidas: "É o maior disco de rock de todos os tempos". Joey Ramone, o finado cantor dos Ramones, Steve Albini, produtor de Nirvana e Pixies, e Trent Reznor, do Nine Inch Nails, concordam: "Funhouse" é o que há.
A obra-prima de Iggy Pop e sua banda, os Stooges, está completando 40 anos. Considerado o disco que inaugurou o punk rock, "Funhouse" foi um fracasso de vendas tão grande que o grupo acabou chutado da gravadora Elektra. Como explicar que um fiasco desses possa ter adquirido o status mítico que tem hoje?
Se as vendas foram pequenas, a influência do disco é imensa. "Funhouse" inspirou diversas gerações de artistas: David Bowie ficou tão obcecado pelo som que criou seu personagem mais famoso, Ziggy Stardust, inspirado em Iggy Pop. A primeira geração do punk Clash, Sex Pistols, Ramones idolatrava "Funhouse".
Para o jornalista Paul Trynka, ex-editor da revista inglesa "Mojo" e autor de "Iggy Pop Open Up and Bleed", sensacional biografia de Iggy ainda inédita no Brasil, os Stooges influenciaram também o rock "dark e gótico" de bandas como Jane's Addiction e Nine Inch Nails.


***fonte: folha.com.br/ilustrada

DISTINTIVOBLUE.com: álbum de blues da semana

Posted: by Distintivo Blue - YouTube in Marcadores:
0

http://cover7.cduniverse.com/CDUCoverArt/Music/Large/superd_1187174.jpg
Lurrie Bell - 700 Blues (1996)

Nesta semana vamos ouvir o grande Lurrie Bell, cantor e guitarrista de Chicago em seu álbum 700 Blues, de 1996. Um ótimo som que lembra muitas vezes outros mestres como o BB King. Este foi um dos álbuns mais aclamados de 1996. É um ótimo álbum pra se ouvir em qualquer lugar e presentear alguém. Fica aí a dica. C

Para baixar o álbum e e ler o post completo, clique no link abaixo:



O ABC de quem não sabe viver sem rock

Posted: terça-feira, 13 de julho de 2010 by Distintivo Blue - YouTube in Marcadores:
0

Nesse curioso dia de efeméride do ROCK (considerar que existem, dentre os vários tipos de, digamos, opositores, os que acreditam que todo dia é dia de rock), proponho lúdico exercício: elaboração de álbum com instantâneos fundamentais, rasante coletivo no abecedário pessoal dos “bons sons” através de uma seleção de momentos transformadores. Transcendentes. Ou simplesmente divertidos.

Recorte em alta velocidade com verbetes despachados de primeira, sem muito tempo para pensar. Amanhã pode ser uma outra lista.Para efeitos desse dia 13, vale o escrito.

A – Alice Cooper e o disco Muscle of Love. Num artigo para a cultuada revista General, “decidi” que o primeiro disco da coleção foi esse, de 73 – um ano antes da apresentação do músico em terras brasileiras. Não fui – tinha 10 anos! – mas ganhei o disco e… nada mais foi como antes.

Alice Cooper foi o primeiro disco da coleção e Elvis foi o primeiro ídolo

B – Blondie e o bolachão Wet Lips and Shapely Hips – bootleg duplo de show no Hammersmith Odeon, em 81, com Robert Fripp nas guitarras de “Heroes”, do Bowie. Meu primeiro pirata, comprado na mítica loja Punk Rock do centro de SP.

C – (A) Cor do Som, no parque do Ibirapuera (SP), abril de 1980. Meu primeiro grande evento de rock, meu primeiro woodstock pessoal. Esperavam 4 mil pessoas. Dizem que éramos 60 mil! Muita confusão, polícia, cheiro de mato queimado, futebol coletivo improvisado, gente caindo das árvores… E o rock tropical-progressivo correndo solto pelo parque.

D – Diamanda Galás, dona da Voz, seus discos, suas intensas apresentações ao vivo, a alegria desmedida de tê-la entrevistado longamente e a incontornável tristeza de ter perdido o material dessa entrevista antes que ela fosse ao ar e/ou pudesse ter sido gravada como arquivo – só para piorar, até tenho minha teoria de quem foi o vacilão que apagou a fita… (ps: sobraram apenas algumas fotos)

E – Elvis é Elvis é Elvis. Primeiro ídolo, poster na parede, diversão com os filmes (Saudades de um pracinha!) e muitas emoções com os discos – comecei pelo final, pela sua fase anos 70. Basicamente furei o duplo Aloha from Hawaii.

F – Festivais e mais festivais: uma galáxia de sons e figuras, flashbacks e impressões, marcas indeléveis. Cada pequeno retrato, uma grande história. Só uma palavra: Juntatribo.

G – Greek Theatre, Berkeley, California. Churrasco de 4 de julho (93) com Basehead, Firehose, Stone Temple Pilots (com o pai de Scott Weiland na plateia) e os espetaculares Butthole Surfers. Segundo o texano do cachimbo colorido sentado à minha frente, dos 20 e tantos shows que ele já tinha visto dos conterrâneos, aquele era o melhor.

H – Hex Enduction Hour, The Fall safra 82. Nesse capítulo da incrível (e em pleno andamento) saga da banda de Manchester, encontramos nossos anti-heróis na Islândia – trata-se de registro do tipo fundamental na discografia do grupo de Mark Smith e provocou estragos estéticos irreparáveis na cena islandesa.

Cartaz do Churrasco de 4 de julho com Basehead, Firehose e Stone Temple Pilots

I – Indians in Moscow no Upstairs at Eric’s. Nesse clube instalado no último andar de um estacionamento vertical da cidade litorânea de Bournemouth conferi, no ano de 84, meus primeiros shows ingleses. O da banda de Adele Nozedar, do hit da galinha do sexo trocado, foi o segundo. Entrei até para o fã-clube…

J – Joe Strummer. Tirei uma foto com a lenda gente fina no backstage de um festivalzão no começo do milênio. Não tenho. Porque quem tirou NUNCA ME DEU uma cópia.

K – Kraftwerk e o cassete de Radioactivity. Fui de skate comprar o meu, num supermercado da Pompéia, depois de pirar nos sons estranhos que emanavam da casa vizinha – ocupada por uns caras da pesada para uma festa idem. O som era tão incrível que tomei coragem, subi no muro e perguntei o que era aquilo? Um sujeito simpático me mostrou o cassete e disse onde encontrar. Obrigado mais uma vez.

L – (The) Last Waltz, Scorsese e The Band: possivelmente o filme de show mais legal já feito. Simples assim.

M – Metamorfose Ambulante. Raul Seixas. Foi duro dar adeus ao maluco beleza naqueles ultimos shows com o Marcelo Nova. Mas foi de uma alegria transbordante cantar com a galera as musicas enquanto Raul meio que olhava emocionado…

N – Nick Cave & Nick Drake.

O – Ocean of Sound, de David Toop, um dos livros de “bons sons” mais legais da divisão sônica da biblioteca – o cara é um daqueles craques que provocam até uma certa aflição. Erudição e piração nas boas medidas. A salvação pela palavra – pela crítica musical, acredite se quiser.

P – Pânico em SP e Pretobrás. Clemente e Itamar. Cronistas viscerais e seus títulos fundamentais para a boa, real sacação de uma certa São Paulo brasileira de todos nós.

Q – Queen no Estádio do Morumbi, março de 1981. Ainda tenho a camiseta do show (promoção da Rádio Cidade, que transmitiu ao vivo). E o ingresso. E as revistas de época (nacionais e gringas) com fotos da visita brasileira. E a gravação, claro.

R – Rádio, o mais legal dos meios para a difusão dos “bons sons”.

S – Sigur Rós e a turma islandesa. Leia o livro(!) e mergulhe de cabeça nessa cena no mínimo surpreendente. O cardápio de especiarias musicais da terra da Björk merece sempre atenção – seja lá qual for sua preferência formal, é bem possível que tenha um islandês fazendo de um jeito estranho, instigante.

T – Third Ear Band e a alegre música do cosmos. A cultuada e algo obscura banda parapsicodélica inglesa foi uma das entrevistadas no meu antigo programa de rádio Rock Report (89fm) – entrevistas depois reunidas em livro. O saudoso Glen Sweeney foi o único a me mandar um cartão postal de agradecimento pela entrevista um tempinho depois.

U – Unsane e Neurosis ao vivo no Great American Music Hall de São Francisco. Outubro de 1993. Balada de aniversário da etiqueta Alternative Tentacles, do sr. Jello Biafra. Basicamente insano!

Zappa porque MUSIC IS THE BEST e a voz de Diamanda Galás

V – Virgin Prunes e Gavin Friday. O lado B da turma do Bono.

W – Wander Wildner e Replicantes. A tentação de chamar o Wander de o nosso… sei lá, Shane Macgowan ou algo parecido é até grande, mas significa também não sacar direito qual é a do nosso bardo rocka’n’rollero. Para consumir, sem moderação, nas intensas baladas ao vivo ou na solidão do quarto escuro.

Y – Young Gods e como uma das bandas mais poderosas de todos os tempos é meio brasileira. Um salve ao mais verde e amarelo dos suiços, Franz Treichler, e sua enxuta guerrilha de desconstrutores, remodeladores de certa canção bluseira.

Z – Zappa. Porque MUSIC IS THE BEST.

O X tá aqui, como variável dessa equação sônico-existencial, como X da questão: tem a ver com o envolvimento de cada um com esse tal de rock. É medida individual e intransferível. Ninguém tasca. Vale para aquele que acha que o rock morreu e para aquele que não sabe o que é viver sem ele. Tem um mundo aí no meio.


Por Fabio Massari

Ladrões de Vinil, Distintivo Blue e Tres Puntos hoje na TVE UESB

Posted: by Distintivo Blue - YouTube in Marcadores:
0

NÃO PERCAM HOJE ÀS 7 DA NOITE NA TV UESB MATÉRIA ESPECIAL SOBRE O DIA DO ROCK, COM LADRÕES DE VINIL, DISTINTIVO BLUE E TRES PUNTOS. UMA PEQUENA AMOSTRA DO SUPERSHOW "NÓS, VOZES E ELES" QUE ACONTECERÁ EM SETEMBRO!

http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAICJH9p6m9txn6Jo0JRlVIhbRg4wdnL_B7zggXSgfOFJdPCsXwT3rWjsfPUDnzBdwlcub6X-xyhcYCH7JeDfn-gAm1T1ULkL69Z8X0EGHlWV7dCBX1mspZdx.jpg