Conexão Vivo promove intercâmbio entre bandas do Brasil em quatro cidades baianas
Posted: quinta-feira, 29 de abril de 2010 by Rubenildo in Marcadores: Conexão Vivo
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Artistas de várias partes do País virão à Bahia como convidados de bandas locais e para shows próprios em apresentações dentro do projeto Conexão Vivo.
Idealizada em Minas Gerais há dez anos, é a primeira vez que a iniciativa expande seus contornos até a Bahia, chegando às cidades de Juazeiro, Vitória da Conquista e Ilhéus, entre os dias 10 e 29 de maio, e Salvador, entre 3 e 6 de junho.
A fase baiana, que é a segunda etapa do projeto, ainda não definiu todos os detalhes, mas já confirmou alguns nomes.
São eles: Mateus Aleluia, Baiana System, Lui Muritiba, Ilê Aiyê, Jau e Mariene de Castro que se apresentarão na capital e nas cidades do interior e, alguns, recebendo convidados.
Além dos artistas baianos, vão circular pelo estado alguns dos 50 nomes de várias partes do País selecionados do edital nacional do projeto. Entre as apostas, Chico Pinheiro, Nina Becker, Rômulo Fróes, Cérebro Eletrônico, Kassin e Wado.
Em Salvador, o projeto, que deve acontecer na Praça Wilson Lins (onde ficava o antigo Clube Português, na Pituba) tem também confirmados duas parcerias.
A banda baiana O Círculo e o grupo de rap Opanijé, que toca com Thaíde e B Negão.
A lista de representantes da música mineira que vempara cá inclui Indiada Magneto, Cataventoré, Renegado, BabilakBah e Cléber Alves. Estes se apresentam sozinhos. Já outros comoSérgio Santos dividem o palco com a cantora Joyce; Patrícia Ahmaral com Moska; Falcatrua com Jorge do Peixe (Nação Zumbi) e o quinteto Zé da Guiomar toca com Armandinho.
Também completam a programação de Salvador sete artistas selecionados do edital do projeto. A confirmação destes ainda está sendo estudada – o que depende de compatibilidade de agendas, basicamente.
Esquema coletivo A programação, no entanto, não se encerra com esse evento principal. Uma outra vai acontecer, seguindo moldes parecidos com o do projeto Segundas Musicais. Assim como a iniciativa baiana, os shows serão na Sala do Coro do Teatro Castro Alves, no Campo Grande.
A novidade é que as apresentações serão gravadas e lançadas em formato CD e DVD e ganharão um programa de rádio e TV, que ainda estão sendo negociadas. Como contrapartida, os artistas têm ainda que realizar oficinas.
Há ainda o Mais MPB, projeto que levará nomes como Chico César,Vania Abreu e Mariene de Castro para apresentações em teatros de Salvador, Juazeiro, Conquista e Ilhéus. Será feito também um trabalho específico nessas cidades do interior, engendrado pela Rede Motiva. A rede se auto define como um movimento articulado de ações para expandir todo trabalho ligado à música brasileira.
É responsável por fazer visitas técnicas, preparar laboratórios de estímulos ao empreendedorismo e formar redes de trabalho em todas estas cidades.
Dentro deste contexto, mostras estão programadas para acontecer ainda em maio. Em junho será a vez de festivais, que acontecerão sempre seguindo os moldes de dois artistas locais e um âncora convidado. Como resultado destes encontros será produzido um documentário e uma coletânea.
Presença baiana Selecionada no edital do Conexão Vivo, a banda Radiola tocou na primeira etapa do projeto, em Belo Horizonte, com gente de várias cidades. Para o guitarrista Tico Marcos, o projeto é uma boa oportunidade para a música se renovar, especialmente a baiana, o que, segundo ele, não acontece para o grande público há mais de 20 anos.
“O Conexão está sendo um espelho da música independente brasileira voltada para a inovação, mas sem esquecer de valorizar os artistas de raiz que nunca tiveram oportunidade de se misturar ao novo. Ou seja, é um caldeirão de cultura local e universal... um pé no futuro, mas sem esquecer do que é bom do passado”,
filosofa.
LUCIANO MATOS/A Tarde
Idealizada em Minas Gerais há dez anos, é a primeira vez que a iniciativa expande seus contornos até a Bahia, chegando às cidades de Juazeiro, Vitória da Conquista e Ilhéus, entre os dias 10 e 29 de maio, e Salvador, entre 3 e 6 de junho.
A fase baiana, que é a segunda etapa do projeto, ainda não definiu todos os detalhes, mas já confirmou alguns nomes.
São eles: Mateus Aleluia, Baiana System, Lui Muritiba, Ilê Aiyê, Jau e Mariene de Castro que se apresentarão na capital e nas cidades do interior e, alguns, recebendo convidados.
Além dos artistas baianos, vão circular pelo estado alguns dos 50 nomes de várias partes do País selecionados do edital nacional do projeto. Entre as apostas, Chico Pinheiro, Nina Becker, Rômulo Fróes, Cérebro Eletrônico, Kassin e Wado.
Em Salvador, o projeto, que deve acontecer na Praça Wilson Lins (onde ficava o antigo Clube Português, na Pituba) tem também confirmados duas parcerias.
A banda baiana O Círculo e o grupo de rap Opanijé, que toca com Thaíde e B Negão.
A lista de representantes da música mineira que vempara cá inclui Indiada Magneto, Cataventoré, Renegado, BabilakBah e Cléber Alves. Estes se apresentam sozinhos. Já outros comoSérgio Santos dividem o palco com a cantora Joyce; Patrícia Ahmaral com Moska; Falcatrua com Jorge do Peixe (Nação Zumbi) e o quinteto Zé da Guiomar toca com Armandinho.
Também completam a programação de Salvador sete artistas selecionados do edital do projeto. A confirmação destes ainda está sendo estudada – o que depende de compatibilidade de agendas, basicamente.
Esquema coletivo A programação, no entanto, não se encerra com esse evento principal. Uma outra vai acontecer, seguindo moldes parecidos com o do projeto Segundas Musicais. Assim como a iniciativa baiana, os shows serão na Sala do Coro do Teatro Castro Alves, no Campo Grande.
A novidade é que as apresentações serão gravadas e lançadas em formato CD e DVD e ganharão um programa de rádio e TV, que ainda estão sendo negociadas. Como contrapartida, os artistas têm ainda que realizar oficinas.
Há ainda o Mais MPB, projeto que levará nomes como Chico César,Vania Abreu e Mariene de Castro para apresentações em teatros de Salvador, Juazeiro, Conquista e Ilhéus. Será feito também um trabalho específico nessas cidades do interior, engendrado pela Rede Motiva. A rede se auto define como um movimento articulado de ações para expandir todo trabalho ligado à música brasileira.
É responsável por fazer visitas técnicas, preparar laboratórios de estímulos ao empreendedorismo e formar redes de trabalho em todas estas cidades.
Dentro deste contexto, mostras estão programadas para acontecer ainda em maio. Em junho será a vez de festivais, que acontecerão sempre seguindo os moldes de dois artistas locais e um âncora convidado. Como resultado destes encontros será produzido um documentário e uma coletânea.
Presença baiana Selecionada no edital do Conexão Vivo, a banda Radiola tocou na primeira etapa do projeto, em Belo Horizonte, com gente de várias cidades. Para o guitarrista Tico Marcos, o projeto é uma boa oportunidade para a música se renovar, especialmente a baiana, o que, segundo ele, não acontece para o grande público há mais de 20 anos.
“O Conexão está sendo um espelho da música independente brasileira voltada para a inovação, mas sem esquecer de valorizar os artistas de raiz que nunca tiveram oportunidade de se misturar ao novo. Ou seja, é um caldeirão de cultura local e universal... um pé no futuro, mas sem esquecer do que é bom do passado”,
filosofa.
LUCIANO MATOS/A Tarde





